88 anos de A Tribuna: Parceria de sucesso com bancas de jornais
No mês em que completa 88 anos, A Tribuna comemora a relação com diversos estabelecimentos do Espírito Santo
Diariamente, o jornal tem várias formas de chegar aos seus leitores. Entre elas, uma das mais tradicionais é pelas bancas, onde a compra da edição impressa faz parte da rotina.
No mês em que completa 88 anos, A Tribuna comemora também a relação com diversos estabelecimentos do Espírito Santo que ajudam a preservar o hábito da leitura e, ao longo dos anos, construíram com o jornal uma verdadeira parceria de sucesso.
Atualmente, são 572 pontos de venda espalhados por todo o Estado, segundo dados do setor de circulação do jornal impresso.
Entre eles, está a conhecida Banca do Japonês, localizada na Praia do Canto, em Vitória. Fundada há cerca de 50 anos por Flávio Ishii, hoje o estabelecimento é comandado por Gilmar Sinhorelli e Tayná Iyama, que são, respectivamente, seu filho e sua neta.
E A Tribuna está mais do que presente nessa história. Tayná, que cresceu junto com a banca, diz que lembra de ver o jornal sendo vendido desde sempre.
“Desde que eu me entendo por gente, o jornal A Tribuna é vendido na nossa banca. Já é uma relação de muitos anos”.
A ligação com a banca também faz parte da própria história de Tayná. Advogada de formação, ela cresceu acompanhando a rotina do estabelecimento e, hoje, divide o tempo também com o trabalho ao lado da família.
“É o legado que meu avô deixou para a gente e que tentamos manter com amor. Estamos aí na luta, firmes e fortes, todos os dias”.
Segundo ela, a procura pelo impresso continua fazendo parte da rotina do estabelecimento e há clientes que sentem falta na segunda-feira, quando não há impressão.
“Nós temos clientes já tradicionais aqui. Mesmo com todas as tecnologias, eles dizem que fazem questão de ler o jornal impresso. São clientes assíduos que chegam aqui procurando ler A Tribuna”.
Para Tayná, é justamente esse vínculo construído ao longo do tempo que mantém a banca e ajuda a explicar por que, mesmo com tantas mudanças, o jornal impresso continua tendo espaço.
“A importância de seguir com esse trabalho é conseguir dar acesso à informação de todas as maneiras. Tem pessoas que não têm acesso e outras que simplesmente preferem o papel. E nós damos essa escolha para os clientes”.
“Juntos, contribuímos muito para a sociedade”
A Banca do Alemão, no centro de Vila Velha, vende A Tribuna há 54 dos seus 61 anos de existência. O proprietário do espaço, José Luiz Torezani, lembra que já viu muitos fatos históricos estampados na capa do jornal.
“Um que teve grande repercussão foi a morte do Edmilson Cândido do Rosário, um bandido famoso do Estado, em 1980. Naquele dia, teve fila para comprar”.
Ele diz que se sente honrado em fazer parte dessa história. “Juntos, contribuímos muito para a sociedade”.
Clientes chegam às 6 da manhã
Leitor assíduo do jornal A Tribuna, Atamir Bonela é proprietário da Banca da Sirlene, que fica em Cariacica.
Ele lembra que as edições que mais venderam no seu estabelecimento foram as que publicaram os resultados de eleições.
“Principalmente antigamente, era uma loucura. Todo mundo queria comprar o jornal para saber qual tinha sido o resultado”, lembra.
E até hoje ele tem clientes fiéis. “Chegam aqui às 6 horas da manhã procurando A Tribuna para comprar”.
Sucesso aos domingos
Domingo é o dia de maior sucesso do jornal A Tribuna na Banca Planeta Diário, em Valparaíso, na Serra.
A proprietária do estabelecimento, Alessandra Rodrigues Davel Ferro, conta que os clientes comentam que os temas desse dia são interessantes. “Normalmente são matérias leves que eles dizem gostar”.
Além disso, ela diz que atende leitores fiéis. “Tem alguns que há anos chegam todos os dias de manhã para comprar o jornal”.
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