PM da reserva agride ex-companheira e acaba preso após confusão em bar no ES
Suspeito estaria armado estaria ameaçando a ex-companheira e efetuando disparos para o alto dentro do estabelecimento.
Um policial militar da reserva foi preso na noite da última terça-feira (30), após participar de uma confusão em um bar no balneário de Guriri, em São Mateus, no Norte do Espírito Santo. De acordo com informações da Polícia Militar (PM), o suspeito estaria armado estaria ameaçando a ex-companheira e efetuando disparos para o alto dentro do estabelecimento.
Segundo a PM, após denúncias da confusão, militares foram até o bar verificar o ocorrido. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o jovem escondendo uma pistola atrás da porta da cozinha do bar. Questionado, o jovem alegou que pegou a arma do chão após presenciar uma briga entre um casal, afirmando que o fez para evitar que o armamento fosse utilizado durante a confusão. Diante dos fatos, ele foi conduzido à delegacia.
Ainda durante a ocorrência, uma mulher tentou impedir a ação da equipe e apresentou comportamento agressivo contra os militares. Em conversa, ela relatou aos policiais ter sido agredida pelo ex-companheiro, um policial da reserva remunerada. Ao ser encaminhada para atendimento médico por causa das lesões e para a delegacia, a mulher começou a xingar, chutar e agredir os militares.
Posteriormente, o ex-companheiro da mulher compareceu à delegacia. Ele alegou que entrou em luta corporal com a mulher e que se defendeu de agressões sofridas durante a discussão. Também disse que entregou sua arma de fogo a uma pessoa presente no local e que um indivíduo havia tomado a arma. O suspeito também apresentava lesões e foi encaminhado para atendimento médico.
O suspeito também apresentou a documentação da sua arma de fogo, de propriedade particular. Todos os envolvidos foram apresentados na delegacia.
A Polícia Civil informou que o suspeito de 23 anos foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e, como não pagou a fiança arbitrada, foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP).
Já o suspeito de 59 anos, policial militar da reserva, foi autuado em flagrante por lesão corporal qualificada na forma da Lei Maria da Penha e foi encaminhado ao presídio militar. A mulher, de 38 anos, assinou um termo circunstanciado (TC) por resistência à ação policial e foi liberada após assumir o compromisso de comparecer em juízo.
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