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Deixa isso pra lá

| 12/07/2021, 09:24 h | Atualizado em 12/07/2021, 13:21
Painel

Folha de São Paulo


Há pouco mais de três meses no cargo de ministro da Justiça, Anderson Torres deixou em segundo plano da propaganda governamental o combate à corrupção, que foi bandeira de Jair Bolsonaro na eleição.

Em sua conta no Twitter, entre as cerca de 270 postagens que fez desde que assumiu, nenhuma foi sobre ações contra esse tipo de crime. Repressão ao tráfico de drogas, combate ao garimpo ilegal, armas e agendas com autoridades dominaram suas redes sociais.

Sensação

No período, uma das postagens de Torres foi para defender Ricardo Salles, então ministro do Meio Ambiente investigado pela Polícia Federal. Pesquisa Datafolha de ontem mostrou que para 70% dos brasileiros há corrupção no governo.

Top

O principal tema abordado pelo ministro, em ao menos 64 tuítes, foi o combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro por traficantes por meio de ações da Polícia Rodoviária Federal e pela PF.

Olha só

Por meio de sua assessoria, o ministro disse que “os perfis de redes sociais não devem servir como parâmetros para quantificar as operações realizadas” e que o ministério segue realizando “todo o tipo de operação”.

Queda...

Os números de autos de infração lavrados e apurações internas instauradas pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) no governo Bolsonaro têm caído drasticamente.

..Livre

De 2018, último ano de Michel Temer (MDB-SP), para 2019, o número de autos de infração caiu 57%, de 35 para 15, e as apurações internas recuaram 23%, saindo de 35 para 14. Já entre 2019 e 2020, a queda é de 80% (15/3) e 60% (35/14), respectivamente. Em 2020, a queda em relação a 2018 foi de 91% (de 35 para 3) e 69% (46 para 14).

Histórico

A Previc é responsável por fiscalizar fundos de pensão. Servidores relatam que a queda tem relação com o fim da força-tarefa Greenfield, que apurava desvios em mais de 100 investimentos de fundos como a Previ, Funcef e Petros.

Reação

A vice-presidência Jurídica da CBF vai enviar à Conmebol e à Fifa reportagens com áudios de Rogério Caboclo relacionados à denúncia de assédio sexual feita por uma funcionária. A intenção é dar conhecimento e fazer com que sejam tomadas medidas eventualmente cabíveis.

Ideia

Líderes de oposição rejeitam a sugestão de Arthur Lira (PP-AL) de discutir a implementação do semipresidencialismo a partir de 2026. O presidente da Câmara disse à CNN que a mudança seria necessária para acabar com a instabilidade no País.

Etapas

“O povo já decidiu pelo presidencialismo no plebiscito de 1993. Não faz sentido tirar dos brasileiros uma decisão que a Constituição de 1988 colocou nas mãos do povo”, diz Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição. “Antes a gente precisa sair da Idade Média em que estamos”, diz Marcelo Freixo (PSB-RJ), líder da minoria.

Pesos

Bohn Gass (RS), líder do PT, diz que a instabilidade é gerada quando uma presidente, Dilma Rousseff, é tirada do poder sem ter cometido crime, enquanto Lira barra o impeachment de Bolsonaro, que já incorreu em vários.

Apoio

Dois auxiliares de Luiz Fux subscreveram nota em solidariedade ao presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, após os ataques de Bolsonaro. Marcus Gomes, secretário de Programas, e Valter Shuenquener, secretário-geral do STF, são considerados braços-direitos do presidente do STF.

Defesa

A nota dos professores de direito da Uerj fala que Barroso foi alvo de ataques injustos, irresponsáveis e com linguagem indigna.

Saída

Um parecer de 2020 da Secretaria de Educação pode fazer com que Ricardo Nunes (MDB) escape sem arranhões da crise ideológica que divide a Câmara Municipal de São Paulo. Projeto de Eduardo Suplicy (PT-SP) estabelece o ensino da economia solidária na rede de educação. Sem relação, conservadores associam à “ideologia de gênero” e pressionam para o veto.

Já tem

O parecer diz que o Currículo da Cidade inclui a discussão sobre economia solidária. Com base nesse documento, já em posse de Nunes, o artigo pode ser vetado com base técnica.

Tiroteio

“As pesquisas vão deixando cada vez mais claro que Bolsonaro foi desmascarado e o povo já reconhece sua face autoritária”.
De Perpétua Almeida (PC do B-AC), deputada, sobre o números do Datafolha que mostram aumento na rejeição do Presidente.

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