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Infiltrados

| 06/07/2021, 09:37 h | Atualizado em 06/07/2021, 09:40
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Folha de São Paulo


A Agência Brasileira de Inteligência intensificou o monitoramento dos protestos contra Jair Bolsonaro e, no sábado, cobrou de suas superintendências estaduais o aumento na frequência de atualizações dos informes ao longo do dia.

Segundo relatos, as solicitações por mais produção partiram da direção-geral da Abin, responsável por encaminhar os relatórios para a Presidência da República e ocorre no momento em que a oposição aumenta a realização dos atos.

Mistura
Alexandre Ramagem, chefe da Abin, e o Presidente ligaram os protestos a episódios de vandalismo. “Tumulto e quebradeira promovidos por criminosos disfarçados de 'manifestantes'. Policiais estão nas ruas para aplicação das leis e defesa da sociedade, mas são agredidos apenas em razão de seu trabalho e de sua farda”, escreveu Ramagem nas redes.

Veja bem
Em nota, a Abin disse que tem competência legal e sempre realizou o acompanhamento de manifestações, mas sobre a intensificação dos relatórios afirmou que não se pronuncia. A agência também afirmou que “publicações e comentários” feitos pelo diretor “têm natureza particular” e não são “provenientes de análises institucionais”.

Fora
O PDT de São Paulo e a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) vão pedir aos articuladores dos atos contra Bolsonaro para tirar o PCO do grupo de organizadores. O posicionamento ocorre após os episódios de agressões contra militantes do PSDB no último sábado.

Isolamento
Cenas semelhantes ocorreram em outras capitais contra membros de outras legendas, de acordo com relatos. Um texto assinado por Antônio Neto, presidente do PDT-SP e da CSB, diz que “não há mais tempo para vaidades, tampouco para sectarismos” e solicita o afastamento do “grupelho”.

Radicalismo
“Não podemos tolerar extremismos nem atitudes típicas daqueles que estamos na luta para derrotar”, afirma Neto na carta.

Pressão
Arapiraca (AL) vai receber hoje outdoors da campanha “Super Impeachment”. A cidade é o terceiro colégio eleitoral em que Arthur Lira (PP-AL) tem mais votos. A ação é dos movimentos Acredito, Agora, Bancada Ativista, Muitas, Ocupa Política, Nossas, UNE e 342 Artes para pressioná-lo a analisar o impeachment Bolsonaro.

Fraude
Um relatório da Polícia Federal mostra os “ciclos de vida” de crimes de Cláudio José de Oliveira, apontado como líder de uma organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 1,5 bilhão investidos por 7 mil clientes do Grupo Bitcoin Banco.

Tour
Oliveira e a mulher Lucinara Silva têm histórico de atuação como estelionatários em passagens por quatro países – EUA, França, Portugal e Suíça –, afirmam os investigadores da operação Daemon, deflagrada ontem.

Outra vida
Cada ciclo, diz a PF, era composto pelas fases de criação de uma identidade falsa, inserção social na localidade, captação e uso de recursos financeiros mediante fraudes e fuga. O diferencial da última empreitada teria sido o uso de criptomoedas e o argumento de uma suposta fortuna de 7 mil bitcoins (cerca de R$ 2 bilhões).

Epa
Candidatos a uma vaga no concorridíssimo concurso para a carreira de diplomata foram surpreendidos com a divulgação dos locais de prova da segunda fase. Em João Pessoa, Recife e Boa Vista, o exame será nas dependências de lojas maçônicas.

Nada demais
Procurado, o Itamaraty disse que a seleção dos locais de prova é feita pelo IADES, instituto responsável pela aplicação do concurso. A escolha, de acordo com o ministério, segue “avaliação de aspectos logísticos, como disponibilidade e adequação dos espaços em cada cidade”.

Mudança
O Ministério da Justiça definiu novos critérios para distribuir cerca de R$ 720 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública para estados na modalidade fundo a fundo prevista para 2021.

Filtro
Segundo a pasta, os repasses vão seguir 24 critérios como população, índice de vulnerabilidade social, adesão às metas do plano nacional de segurança e fornecimento de dados sobre armas.

Tiroteio
“Com a crise hídrica e este governo Bolsonaro tão relapso com o bioma, é capaz de não sobrar Amazônia.”
De Célio Studart (PV-CE), deputado, sobre o mês de junho ter registrado o maior número de foco de queimadas na Amazônia desde 2007.

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