“Fui obrigado a ir ao CNJ”, diz Rizk
Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concedeu na última sexta-feira liminar pedida pela OAB para suspender o processo de preenchimento das duas vagas de desembargadores até que a ação, que reivindica a vaga no TJ da advocacia, seja analisada no mérito. É a 2ª liminar conquistada pela OAB que impõe uma derrota, ainda que temporária, ao TJ. A primeira foi a que suspendeu a integração das 27 comarcas no interior.
O presidente da OAB-ES, José Carlos Rizk Filho, disse que se sentiu “obrigado” a buscar o CNJ por falta de diálogo.
“Entendemos que um presidente de Tribunal não pode ficar à disposição da OAB o dia todo, mas eu senti falta de diálogo. Tentamos sempre construir pontes e não muros e fomos obrigados a ir ao CNJ por questões que uma mesa de diálogo iria se resolver”, disse Rizk. Ele citou ainda que, por várias vezes, a Ordem não é chamada para debater pautas importantes, o que causaria um “enfrentamento mais contundente no CNJ”.
À espera da decisão
Procurado, o TJ-ES respondeu, por meio de nota, que “como a matéria (da vaga de desembargador) ainda está em discussão, o Tribunal de Justiça vai aguardar a decisão final para se manifestar, já que se trata de uma liminar ainda pendente de ser ratificada em plenário”. Sobre as alegações do presidente da OAB de falta de diálogo, o TJ não se manifestou.
Débito ou crédito?
A Assembleia aprovou projeto do deputado Bruno Lamas que libera o pagamento de pedágio nas rodovias estaduais (Terceira Ponte e Rodovia do Sol) no cartão de aproximação, débito e crédito, e por aplicativos. Atualmente, o pedágio só pode ser pago em dinheiro e o motorista que não tiver o valor é obrigado a recuar. O projeto vai para o crivo do governo.
Dois vetos do governo do Estado foram derrubados, ontem, pelos deputados estaduais. Um deles foi puxado pelo vice-líder do governo, Marcos Garcia, sobre o projeto que considera o Forró de Itaúnas patrimônio do Estado. O outro projeto também tornam patrimônio as danças italianas e alemãs.
Prestação de contas na Ales
A Assembleia faz hoje uma sessão especial (em vez de ordinária) para a prestação de contas do governador Renato Casagrande. A sessão será híbrida e a inscrição para as perguntas dos deputados ao governador será em ordem alfabética. O presidente Erick Musso limitou a 10 pessoas o número de acompanhantes (entre servidores e secretários) que Casagrande poderá levar à Assembleia.
Kassab de conversas com Casagrande e Hartung
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, deve receber o governador Renato Casagrande até amanhã, em Brasília, para uma conversa, a pedido do governador. O encontro será intermediado pelo deputado federal Neucimar Fraga (PSD). Mas não é só com Casagrande que Kassab tem falado. Segundo aliados de Paulo Hartung, o ex-governador estaria sendo incentivado por Kassab a se filiar ao PSD podendo disputar Senado, governo e até chapa nacional.
Guarda presente!
A Guarda Municipal de Vitória recuperou, no 1º semestre, 80 veículos furtados ou roubados. O número representa 66,6% a mais se comparado ao mesmo período de 2020, quando 48 veículos foram recuperados.
Robô tuiteiro
O “Bot Sentinel”, uma plataforma que rastreia contas não autênticas no Twitter, identificou, na tarde de ontem, 39 perfis falsos levantando a hashtag: “Eu apoio voto auditável”.
Vacina à população de rua
O deputado Emilio Mameri fez indicação ao governo sugerindo que uma parte das vacinas de dose única da Janssen seja separada para aplicação na população de rua. A medida já é realizada em São Paulo.
Paz nas redes
Após o STF formar maioria para arquivar pedido de investigação sobre os cheques do Queiroz na conta de Michelle Bolsonaro, a Corte parou de ser xingada nas redes sociais.
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Plenário, por Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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PÁGINA DO AUTORPlenário
Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.