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PLENÁRIO

Confusão, temporal e eleição adiada

| 02/04/2021, 07:34 h | Atualizado em 02/04/2021, 07:53
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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A eleição do PV que estava marcada para ocorrer na noite da última quarta-feira (31) foi adiada após problemas técnicos de conexão – uma vez que a convenção foi virtual e a tempestade que caiu na Grande Vitória prejudicou o sinal – e também por causa de uma confusão sobre quem poderia ou não votar.

Duas chapas estão na disputa: a do atual presidente, Fabrício Machado, e a do deputado Luciano Machado. A confusão começou quando a chapa de Luciano questionou sobre uma regra do estatuto de que só poderia votar e ser votado quem estava em dia com a mensalidade do partido (R$ 100 para quem tem mandato, R$ 50 para os demais).

Só que na checagem só 13, dos 21 votantes, se enquadravam na regra, tendo ficado de fora até o presidente. Segundo bastidores, dos 13, nove votariam em Luciano. A chapa de Fabrício teria tentado mudar a regra, dando início à confusão que culminou com o adiamento da eleição para semana que vem.

Decisão no dia 11
Outra eleição que está encrencada é a da Federação das Associações de Moradores da Serra (Fams). Após uma confusão na inscrição de chapas ter ido parar na delegacia, com denúncia de agressão e ameaças, os prazos foram suspensos e a Comissão Eleitoral marcou nova eleição para o próximo dia 11. Duas chapas também estão na disputa.

Socorro aos MEIs
Oito vereadores da Serra assinam projeto indicativo à prefeitura para conceder auxílio emergencial de meio salário mínimo (R$ 550) aos microempreendedores por três meses, pelo Programa de Amparo ao Emprego. O recurso, segundo a vereadora Elcimara Rangel, viria do superávit de 2020. O município já concede auxílio de R$ 1.848 aos mais vulneráveis.

Comemorações barradas


          Imagem ilustrativa da imagem Confusão, temporal e eleição adiada
|  Foto: André Felix

O senador Fabiano Contarato apresentou projeto de lei que veda a realização de homenagens e comemorações a agentes públicos responsáveis por violações de direitos humanos ocorridas na Ditadura Militar (1964-1985) e proíbe o uso de bens e recursos públicos para exaltar o golpe de 64.

Condenação
O Tribunal de Contas determinou que o ex-prefeito de Anchieta Marcus Assad e um ex-secretário de Educação do município devolvam aos cofres públicos R$ 495 mil. Eles foram condenados pela aquisição por inexigibilidade de materiais escolares sem comprovar interesse público. Assad disse que recebeu a condenação com surpresa. “Vou apresentar recurso e reverter a decisão. Por se tratar de matéria contábil, o contador está tratando do caso”.

22 mulheres assassinadas no primeiro trimestre
Os dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública mostram que 22 mulheres foram assassinadas de janeiro a março deste ano. Comparado ao mesmo período do ano passado – quando a alta taxa de homicídio rendeu a queda do então secretário de Segurança, Roberto Sá –, houve uma redução de 29%. Dos 22 crimes, sete foram feminicídios. Só no mês de março foram registrados sete assassinatos de mulheres, sendo três feminicídios.

Sem reajustes
O deputado federal Josias da Vitória apresentou um projeto que suspende o reajuste de remédios até o final deste ano. “Absurda a decisão de reajustar em até 10,08% o preço dos medicamentos”, disse Da Vitória.

Na composição
Além dos irmãos Merlo, também compõem agora a Executiva do Pros: Antônio Perovano (1º vice-presidente); Ademar Rocha (2º secretário); Armando Garcia (2º tesoureiro); Rodolfo do Carmo (membro suplente).

Sobre pedir golpe militar
“Um general no comando decretaria logo a prisão de um capitão insubordinado. Ou será que acham que no regime militar seria aceitável um ex-capitão dando ordens aos generais?” Do ex-prefeito Max Filho.

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Há quase 2 mil anos, o povo escolhia salvar Barrabás, o bandido, no lugar de Jesus Cristo.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.