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PLENÁRIO

Os 3 nomes mais fortes da disputa

| 08/01/2021, 06:53 h | Atualizado em 08/01/2021, 07:05
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Faltando ainda pouco mais de três semanas para a eleição da Mesa Diretora da Assembleia, deputados ouvidos pela Coluna Plenário apontam três nomes como “favoritos” para ocupar a cadeira da presidência: o atual presidente, Erick Musso, e os deputados Marcelo Santos e Dary Pagung.

Erick tem a seu favor a relação já construída com os pares e o fato de já estar na cadeira, o que facilita a negociação em busca do voto. Tem contra si o pé atrás da cúpula do governo devido ao episódio da antecipação da eleição da Mesa, em 2019.

Dary é leal ao governo, tem desempenhado bem o papel de líder e conta com o apoio da base aliada. Mas, na visão do grupo ligado ao atual presidente e aos independentes, seria entregar a Assembleia 100% na mão do Palácio Anchieta.

Já Marcelo tem bom trânsito com os deputados – os ligados a Erick, os independentes e os da base. E também no Anchieta. Mas ainda enfrenta a resistência do “núcleo duro” dos deputados governistas, que enxerga Erick e Marcelo como um só.

Duas chapas?
Nos bastidores, caso Erick Musso não consiga o apoio do governo à sua candidatura, ele poderia apoiar Marcelo Santos para a presidência. Mas, se o governo apoiar Dary Pagung, Erick iria para o confronto, colocando outra chapa na disputa. É nesse imbróglio que o nome de Marcelo Santos ganha força. Ninguém, nem governo e nem Ales, querem o embate.

Fusão e criação
Em publicação do Diário Oficial de ontem, o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, fundiu duas secretarias e criou outras duas. As secretarias de Cultura e Esporte serão uma só, que será responsável pelo Esporte, Cultura e Turismo. Já outras duas foram criadas: a Secretaria de Comunicação e a Secretaria de Tecnologia e Informação. Ao todo são 19 pastas.

“Stories” do Pazolini


          Imagem ilustrativa da imagem Os 3 nomes mais fortes da disputa
|  Foto: André Felix

O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, presença constante nos stories do Instagram, publicou ontem um “#tbt” da sua turma da 8ª série, no colégio Salesiano, do ano de 1996, juntamente com uma carta de felicitações do reitor do Centro Universitário Salesiano. Só ficou difícil achá-lo no meio da turma.

Lideranças definidas
Com exceção da Serra, os prefeitos da região metropolitana já definiram seus líderes nas câmaras. O vereador de Vitória Leandro Piquet será o líder do prefeito Lorenzo Pazolini; o vereador de Cariacica César Lucas será o líder do prefeito Euclério Sampaio; e o vereador de Vila Velha Rogério Cardoso será o líder do prefeito Arnaldinho Borgo. Piquet já atuou como líder nas sessões extraordinárias.

Deputado Hércules, 81 anos, se recupera da Covid
A Covid-19 alcançou mais um deputado estadual, dessa vez é o médico Hércules Silveira, 81 anos, que está se recuperando em casa. Hércules sentiu o 1º sintoma no dia 27 e no dia seguinte já foi em busca de atendimento médico e de fazer o teste. “Senti muita dor no corpo, dor de cabeça, perdi olfato e paladar. Tive 20% do meu pulmão atingido, mas não precisei ser internado. A fisioterapia pulmonar e o corticoide me ajudaram muito. Já estou bem”, disse.

Em busca do definitivo
Coordenador de Marketing da campanha vitoriosa do prefeito de Vila Velha Arnaldinho Borgo, Felício Correia está respondendo interinamente pela pasta de Comunicação.

Livro profético
Durante a invasão no Congresso americano, subiu aos assuntos mais comentados do dia o livro “Como as democracias morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt.

Livro profético II
Na obra, os autores chamam à responsabilidade os partidos, que deveriam se portar como guardiões da democracia e não dar legenda a figuras autocratas e demagogas.

Não custa perguntar
Quando um presidente da República incita seus seguidores contra as instituições e os atos que se seguem resultam em 4 mortes, quem responde pelo sangue derramado?

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.