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PLENÁRIO

Jaqueline, uma fiel da balança

| 14/09/2020, 06:51 h | Atualizado em 14/09/2020, 07:08
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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A vice é a vice. O governador é o governador. Mas é inegável que os dois representam o Palácio Anchieta, são muito afinados e carregam o mesmo partido no bolso. Logo, se Jaqueline Moraes vai para a rua pedir voto a um candidato, está levando o perfume de Casagrande junto? A melhor resposta para essa pergunta é sair do embaraço.

“Onde tiver a base aliada, onde tiver o PSB, vou apoiar sem problema nenhum. A menos que tenha algum tipo de conflito que possa trazer algum desgaste institucional. Internamente, vamos mapear e ver onde não é melhor eu nem ir. Se eu sou 40 e o governador também é, inconscientemente carrega a leitura do apoio do governador ”, explica a vice.

Exemplo mais complicado está em Cariacica: o PSB tem Saulo Andreon, mas Euclério Sampaio (DEM), Sandro Locutor (Pros) e Célia Tavares (PT) “convergem com interesses do palácio”. E a própria Jaqueline dá outros: “Em Vitória, o partido tem Sérgio Sá, mas há uma simpatia com Fabrício Gandini, do Cidadania, de Da Vitória, outro aliado do Palácio. Na Serra, temos Bruno Lamas, mas o PDT é da base aliada.”.

Logo, Jaqueline precisa esticar muito o braço para abraçar tantos candidatos. Mesmo com o mapeamento de riscos, não fica um constrangimento de apoiar o inimigo do amigo? “Nenhum. Vamos discutir projetos, não siglas”.

Balança II
A vice-governadora pode desequilibrar o jogo dependendo da caminhada que fizer, mas diz que “faz política com tranquilidade”.
“Tem lugares que será difícil eu não dizer quem apoio. Ando de chinelo na Expedito Garcia para comprar minhas coisas. Vão me perguntar e vou dizer: ‘Estou com o professor Saulo Andreon’”.

Se colar, colou
O presidente da Câmara de Vila Velha, Ivan Carlini (Democratas), disse em convenção que o presidente do partido na cidade, pastor Reginaldo Loureiro, recebeu convite de vários partidos para ser vice. Assistindo à fala, Dr. Hércules (MDB), Neucimar Fraga (PSD) e Max Filho (PSDB) nem franziram a testa - os três querem apoio do partido.


          Imagem ilustrativa da imagem Jaqueline, uma fiel da balança
|  Foto: AT
Conselheiro
Ex-secretário de Estado da Saúde e médico, Anselmo Tozi está onipresente: além de colaborar com o plano de governo de coronel Nylton (Novo), em Vitória, e coronel Ferrari em Guarapari, agora também está ajudando Dalton Morais (Novo), em Vila Velha, na área da Saúde.

Estratégia
A campanha do tenente-coronel Carlos Wagner, do Corpo de Bombeiros, está de fato fugindo de ideologias. Nem a patente dele será utilizada nos materiais de campanha.
As primeiras peças virtuais já trazem somente “Wagner”.
A leitura é que a patente pode carregar uma ideologia conservadora - já que muitos militares falam a língua da direita - e também um quê de classicismo; dois pontos que pretendem afastar.

Tchau
Vinte servidores comissionados foram exonerados da Câmara de Anchieta. A Constituição estabelece que a Casa deve gastar no máximo 70% de suas entradas com pessoal. O presidente Cleber Pombo (PSD) cortou jetons (pagamento dado aos parlamentares por sessões extraordinárias) e gratificações, mas não foi suficiente e precisou fazer as demissões. Em 2019/20, o repasse de verba para a Casa foi de R$ 12 milhões - frente aos R$ 15 milhões do passado.

Galeria

Passaporte
Faz um tempo que o mercado político ventila que o prefeito de Vitória, Luciano Rezende, se mudará para os Estados Unidos assim que deixar o cargo e vai trabalhar com seu irmão. Ele nega: “Isso é conversa fiada. Continuo trabalhando aqui em Vitória e vou cuidar da minha vida. Tenho família aqui, meus filhos estudam na cidade. Minha esposa é funcionária concursada da Caixa Econômica”.

É hoje...
...que o PSDB decide quem será seu candidato na disputa pela Prefeitura de Vitória: a vereadora Neuzinha de Oliveira ou o ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas.

Falando nisso...
Os tucanos vão apoiar Sandro Locutor (Pros) em Cariacica.

Por quê?
O PSB liberou voto independente e Ted Conti votou a favor do perdão a dívida bilionária das igrejas. Felipe Rigoni foi contra. Procurado, Ted não comentou seu entendimento.
 

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.