Caso da criança grávida: bispo de São Mateus diz que igreja buscou “solução que preservasse duas vidas”
Rodrigo Péret (interino)
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por Lucas Rezende (interino)
Ao comentar o aborto da criança de 10 anos, grávida após ser estuprada pelo tio, Dom Paulo Bosi Dal'Bo, Bispo de São Mateus, disse que “não se repara um mal com outro mal”.
Segundo o bispo, a Diocese de São Mateus não se omitiu diante do fato: “Desde que tomamos conhecimento do caso, para não expor ainda mais a criança e sua família, fizemos todos os esforços necessários, através de vias legais, para tentar auxiliar da melhor forma possível e encontrar uma solução na qual se preservasse as duas vidas”.
Ele conta que uma equipe de profissionais (dos Estados de São Paulo e Espírito Santo) após uma “frutuosa reunião com o bispo e com um padre (professor de Teologia Moral), protocolou junto ao Fórum do município um ofício no qual ofereceu-se uma estrutura hospitalar e de assistência social, capaz de responder com profissionalismo, ética e humanismo às necessidades do caso específico.”
Segundo o bispo, “a família da gestante foi visitada pessoalmente a fim de ser informada de todas as possibilidades de ajuda tão necessárias no momento.”
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