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PLENÁRIO

Vereador pede a destituição do presidente da Câmara de Vitória

| 04/03/2020, 15:18 h | Atualizado em 04/03/2020, 15:27
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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          Imagem ilustrativa da imagem Vereador pede a destituição do presidente da Câmara de Vitória
Câmara Municipal de Vitória |  Foto: Antonio Moreira/AT

O vereador de Vitória Vinícius Simões (Cidadania) protocolou na Corregedoria da Casa uma representação com pedido de destituição do presidente da Mesa Diretora – que é o presidente da Câmara –, Cleber Felix (PP), que foi eleito em agosto de 2018 para o comando do biênio 2019-2020.

No documento, Vinícius alega que o presidente teve “condutas diversas daquelas inerentes ao cargo de gestor público, mas supostamente tipificadas como desidiosas ou ainda ineficientes”, que teriam gerado a exposição negativa do Legislativo.

O vereador fez uma lista de situações, que supostamente seriam os fatores para motivar a queda de Cleber da presidência. Entre eles: pedidos reiterados e com divergência de valores de suplementação orçamentária, aumento no valor de contrato da empresa prestadora de serviço de limpeza, mudança na data de pagamento dos servidores e convocação de assessores para trabalhos externos fora do expediente. Vinícius também levanta suspeita no contrato com os Correios e questiona a inclusão de anexos e mudança na tabela de remuneração do concurso previsto na Casa.

Segundo Vinícius, esses atos seriam suficientes para pedir a destituição. Ele se baseia nos artigos 387 e 388 do regimento interno e ainda no artigo 26 – este diz que “a destituição de membro efetivo da Mesa somente poderá ocorrer quando comprovadamente desidioso, ineficiente ou quando tenha se prevalecido do cargo para fins ilícitos”.

Para ocorrer a destituição, o processo teria de ser aceito na Corregedoria, aprovado entre os membros do colegiado e depois aprovado com maioria absoluta no plenário (oito votos).

Procurado, o presidente da Câmara, Cleber Felix, enviou uma nota dizendo que não se “pronunciará sobre o assunto no momento, enquanto o processo é analisado pela Corregedoria desta Casa de Leis, e aguardará notificação”.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.