"Ratos de asas": restaurante com pombos é criticado em Pesadelo na Cozinha
Empreitada de Erick Jacquin no penúltimo episódio da quinta temporada de “Pesadelo na Cozinha” promete ser complicada
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“São ratos de asas e comem mais do que os clientes aqui!”, reclama o chef Erick Jacquin ao constatar o grande fluxo de pombos em restaurante no Planalto Paulista, na zona sul de São Paulo. Minutos depois, um rapaz devolve prato invadido por uma ave.
Esse é apenas um dos problemas do Bar do Cesar que serão exibidos pela TV Tribuna/Band na próxima terça-feira, às 22h30, no programa “Pesadelo na Cozinha”.
No penúltimo episódio da quinta temporada, o francês vai tentar ajudar César Giraldi, empresário de 72 anos que há duas décadas carrega nas costas o bar com seu nome. Mesmo não tendo concorrência na região do Aeroporto de Congonhas, o local é desprovido de alma e identidade.
O patrão trabalha de domingo a domingo em um estabelecimento que produz em excesso e desperdiça em igual proporção.
Na ausência de uma liderança firme, os funcionários desrespeitam a hierarquia, faltam quando querem e transformam o serviço em bagunça. Em meio a um buffet pouco convidativo, receitas à la carte abaixo do padrão e exaustão extrema por todos os lados, o chef francês se depara com um homem no limite e um negócio que precisa de freio de emergência.
“Uma ou duas vezes que eu feche na semana, os boletos já ficam sem pagar”, explica César.
Avesso a qualquer tipo de modernização, o proprietário escreve de próprio punho, diariamente, o único cardápio que circula de mão em mão. A justificativa é de que as opções mudam constantemente.
Apesar do tempero escasso, a comida passa longe de ser das piores, mas o ambiente é desorganizado e o fluxo intenso de pombos entre os alimentos e os fregueses geram indignação.
Depois de identificar os problemas, Jacquin propõe alguns ajustes, porém o cozinheiro Geraldo Pereira desobedece a solicitação e faz com que o veterano, se sentindo enganado, tome uma atitude imprevisível, assustando os presentes. “Não é tão sujo, só que se assemelha a um boteco fantasma. Vou tentar acordar o César porque parece que ele está dormindo, à espera do fim da vida”, lamenta.
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