Espírito Santo é 1º no País em capacidade fiscal
Nota máxima em solidez fiscal garante contas equilibradas sem dívida e abre espaço para obras e serviços públicos
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O Espírito Santo aparece na liderança nacional quando o assunto é responsabilidade nas contas públicas.
No Ranking de Competitividade dos Estados 2025, o Estado ficou em primeiro lugar no indicador Regra de Ouro, que mede a capacidade de manter o equilíbrio fiscal sem recorrer a empréstimos para custear despesas básicas da máquina pública.
Segundo o Centro de Liderança Pública (CLP) – responsável pela elaboração do ranking – quanto mais elevada a colocação, maior a capacidade fiscal do Estado e maior a capacidade de investimentos públicos.
O resultado foi comemorado pelo governador Ricardo Ferraço. Em suas redes sociais, ele compartilhou a informação sobre a colocação do Estado no Ranking.
“Como é bom começar o dia compartilhando uma ótima notícia. Acabamos de conquistar mais um 1º lugar na 'Regra de Ouro' de competitividade entre todos os estados do Brasil. Quando eu digo que Espírito Santo é o Brasil que dá certo, é por conta de resultados como esse”.
Ele também explicou que o resultado significa que o Espírito Santo é o Estado com maior capacidade de investir usando seus próprios recursos.
“Quem está mal na 'Regra de Ouro' é proibido de pegar empréstimo para pagar contas do dia a dia. Ou seja, aqui no Espírito Santo as contas são organizadas e podemos fazer mais estradas, mais escolas, mais unidades de saúde, sem precisar criar dívida para o futuro”.
O secretário de Estado da Fazenda, Benicio Suzana Costa, destacou outras colocações do Espírito Santo no Ranking de Competitividade.
O Estado obteve nota máxima no pilar solidez fiscal, ficando em 1º lugar entre todas as administrações estaduais. Além da Regra de Ouro, ocupa a primeira colocação nos indicadores de Gasto com Pessoal e Poupança Corrente, além do 2º lugar em Solvência Fiscal.
Segundo o secretário, o desempenho é fruto de um trabalho contínuo de controle entre receitas e despesas. “A manutenção dos bons indicadores depende de disciplina na gestão e de acompanhamento permanente das contas públicas.“
Para Benicio, todos os resultados permitem também aumentar a confiança de investidores.
Saiba mais
Findes e Fecomércio elogiam
Competitividade dos Estados
Realizado há 14 anos, o ranking, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), analisa 100 indicadores, divididos em 10 pilares temáticos: infraestrutura; sustentabilidade social; segurança pública; educação; solidez fiscal; eficiência da máquina pública; entre outros.
O Espírito Santo ficou em 1º lugar entre os estados no pilar solidez fiscal. Obteve 1º lugar nos indicadores Regra de Ouro, Gasto com Pessoal e Poupança Corrente, além do 2º lugar em Solvência Fiscal.
Setores produtivos
O presidente da Findes, Paulo Baraona, destacou que o Estado tem hoje um ambiente de negócios amigável que é determinante para melhorar a competitividade das empesas.
“A indústria responde de forma direta a esse ambiente. Quando há confiança e previsibilidade, há também mais investimento, inovação e geração de empregos.”
O vice-presidente da Fecomércio-ES, José Carlos Bergamin, salientou que o que está por trás desse destaque do Estado é algo muito estratégico: um estado organizado, com gestão responsável, que cria um ambiente seguro e atrativo para os negócios. “Quando há confiança, o investimento vem — e não só vem, como se amplia. E isso gera ganhos reais para a sociedade.”
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