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PLENÁRIO

Cenário clareia com transição de Casagrande para Ricardo

Governador do Espírito Santo confirmou que deixará o Palácio em abril, e que transição começa a partir desta segunda-feira (02)

Eduardo Maia | 02/03/2026, 15:41 h | Atualizado em 02/03/2026, 18:51
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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          Imagem ilustrativa da imagem Cenário clareia com transição de Casagrande para Ricardo
Ricardo Ferraço e Renato Casagrande |  Foto: Helio Filho/ Governo do ES

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), anunciou na tarde desta segunda-feira (02) que deixará seu cargo no Palácio Anchieta no início de abril. Ele já vinha, desde 2025, afirmando que decidiria sobre o tema em março deste ano.

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Dessa maneira, afirmou que, após a saída, estará apto a disputar a eleição. Embora não tenha dito de forma direta, os planos do governador são disputar uma das cadeiras ao Senado. A partir de agora, o cenário começa a ficar mais claro sobre quem está do lado de quem e quais movimentos terão de ser tomados.

Uma das primeiras tarefas do vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço (MDB), quando assumir o governo, será promover as mudanças no secretariado.

Essas alterações ocorrerão porque mais de uma dezena de secretários e diretores deixarão a gestão para disputar o processo eleitoral. O governador afirmou que ambos vão conversar sobre o tema a partir de agora.

"As pessoas que vão assumir o farão quando Ricardo for governador. Ou seja, quem fará as nomeações será o próprio Ricardo. Ele é quem comandará a partir de abril. Vamos discutir juntos o assunto. O critério número um será priorizar pessoas que possam dar sequência ao trabalho que já está sendo feito, que conheçam as áreas. Mas a decisão final será de Ricardo", afirmou Casagrande.

Há quem aponte que, com isso, alguns atuais subsecretários já "largariam na frente" para assumir esses postos, por exemplo.

Casagrande também destacou que a decisão de comunicar com antecedência seu afastamento foi tomada após conversas com seus aliados políticos:

"Consultei todos os gestores municipais, prefeitos etc. Todos estavam ansiosos para que pudéssemos estar prontos e preparados para o processo eleitoral. Terminei fevereiro com isso resolvido. Por isso, achei que seria natural começar esse processo de transição."

Também revelou que ainda não bateu o martelo sobre quem será o segundo candidato ao Senado da coligação.

"Quando o processo eleitoral começar, lá na frente teremos dois candidatos ao Senado, mas ainda não sabemos quem será esse outro nome", explicou o governador.

Nomes como do prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), da ex-senadora Rose de Freitas (MDB), e do deputado federal Josias Da Vitória (PP), por exemplo, seguem sendo cotados como possibilidades.

Recentemente, até mesmo o nome do deputado estadual Sergio Meneguelli (Republicanos) teria sido colocado à mesa. A coluna destacou que houve uma reunião de aproximação entre o parlamentar e Ricardo Ferraço.

Alianças

O governador também apontou para Plenário a importância da federação União-Progressista em seu projeto. Cabe destacar que, durante a filiação do deputado federal Amaro Neto ao PP, com articulação do Palácio, a parceria ficou praticamente consolidada.

"Estamos bem alinhados com a federação e, se houver anúncio, será no momento oportuno. A União-Progressista é muito importante para o movimento, mas não foi essa aproximação que fez com que eu divulgasse que iria me afastar do governo. Temos tarefas a organizar para que, de fato, o governo não reduza o ritmo. Não é uma questão de o apoio ter me deixado tranquilo, mas ele nos dá um suporte político maior", explicou Casagrande.

Quanto ao prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (PSDB), que tem caminhado politicamente com o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), o governador foi direto em suas palavras, quando perguntado.

"Não houve mais conversas. Eu não posso dizer se o considero um aliado; seria preciso perguntar isso a ele. O prefeito está em um movimento diferente do nosso. Da nossa parte, estamos no mesmo movimento em que estávamos antes", salientou. Em fevereiro, Arnaldinho chegou a destacar à coluna que seguia aliado ao governador

Mais detalhes nas edições impressa e on-line de A Tribuna desta terça-feira (03)

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.