Moro e a festa política
Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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Auge da passagem do ex-juiz Sergio Moro pelo Estado, o encontrão do Podemos, reuniu cerca de mil pessoas, no sábado, no Centro de Convenções de Vila Velha. Mas a festa e oba-oba político começaram logo cedo em um café da manhã na residência oficial do governador na Praia da Costa.
Além do anfitrião e do convidado principal, participaram: a presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu, o presidente estadual e secretário de Planejamento, Gilson Daniel, o secretário de Tecnologia Tyago Hoffmann e o deputado Marcelo Santos. Todos cotados para disputar eleição.
Completavam: o senador Do Val, o presidente do DER-ES, Cesar Maretto e o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo.
Além de elogios de Moro ao local, mesa farta e camisa oferecida a ele escrito “capixaba”, teve espaço para cutucada no PT. Um presente disse a outro: “Tá com medo do PT não né?”.
Filiações no Podemos
A alfinetada no PT foi por conta de reação no partido em relação ao encontro de Casagrande e Moro, entendido como tentativa de minar a federação PSB e PT. Já no Centro de Convenções a festa continuou com a filiação de novos membros, entre eles, o prefeito Ninho de Dores do Rio Preto, Léo Formigão da Prefeitura de Vitória e o médico Gustavo Peixoto.
Favorável a vacina
Um dia antes, na Rede Tribuna, Moro foi questionado se é favorável ao passaporte vacinal. O mesmo foi decretado pelo governador e tem recebido críticas de adversários. O presidenciável preferiu não polemizar, mas disse ser favorável as vacinas. “O melhor caminho é a gente fazer campanhas para estimular as pessoas a tomarem voluntariamente”.
Quase 70
Monitoramento realizado pelo Ministério Público do Estado (MP-ES) constatou 69 novos casos de covid em serviços residenciais para pessoas com deficiência no Espírito Santo, conforme relatório finalizado na terça-feira.
Com isso, as contaminações entre residentes e funcionários das instituições chegaram a um total de 231 casos verificados desde que o Ministério Público começou a fazer esse acompanhamento, em maio de 2020.
Ratatouille
O ponto de ônibus, em frente à Assembleia Legislativa, na Enseada do Suá, em Vitória, às vezes é tomado por um susto à noite. Mas não é por causa de assalto.
O responsável é um ratinho que sai das escadarias da Casa de Leis e passa perto dos usuários de transporte coletivo.
Subordinação familiar caracteriza nepotismo
Para ser configurada prática de nepotismo, que é o favorecimento de alguém nas relações de trabalho no serviço público pelo vínculo de parentesco, é necessário que exista relação de subordinação direta ou indireta entre os servidores envolvidos, ou a possibilidade de um interferir na nomeação do outro. Este foi o entendimento definido pelo plenário do Tribunal de Contas do Estado (TC-ES), em consulta feita pelo prefeito de Vila Pavão, Uelikson Boone.
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Cargos distintos
A consulta ao TC-ES detalhou que não configura nepotismo a nomeação de servidores municipais efetivos e estáveis, casados entre si, para ocuparem cargos comissionados distintos e sem qualquer tipo de subordinação ou hierarquia, lotados em setores independentes, sem qualquer parentesco com a autoridade nomeante.
Educação em campanha
A abertura da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica no Estado, acontecerá dia 6 de março, às 15 horas, na Orla de Camburi, em Vitória. O tema deste ano será novamente a Educação. A última vez havia sido em 1998, há 24 anos.
Prejuízo em estrada ruim
Um acidente por conta de uma estrada em más condições de Muniz Freire fez um pequeno produtor perder 2.500 litros de leite.
13 de fevereiro de 1967
Neste dia, a moeda nacional, o Cruzeiro, foi substituída pela de Cruzeiro Novo por causa da inflação.
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Plenário, por Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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PÁGINA DO AUTORPlenário
Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.