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Cidades

Grande Recife: "Breque dos Apps" continua protestos nesta terça-feira

Mobilização começa às 10h, horário de abertura dos shoppings, e tem uma pauta que provoca empatia da sociedade


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Colaboraram nesta matéria Luciana Queiroz e Marwyn Barbosa

Imagem ilustrativa da imagem Grande Recife: "Breque dos Apps" continua protestos nesta terça-feira
Além do reajuste na taxa básica, a categoria também pede o aumento no valor pago por quilômetro rodado, de R$ 1,50 para R$ 2,50 |  Foto: Reprodução da TV Tribuna/Band

A paralisação nacional dos entregadores por aplicativo continua nesta terça-feira, 1º de abril, marcando o segundo dia consecutivo de protestos por melhores condições de trabalho e reajuste nas remunerações.

No Recife e Região Metropolitana, os profissionais seguem mobilizados neste segundo dia, bloqueando vias importantes e impedindo a retirada de pedidos em alguns pontos de distribuição de alimentos, como nos shoppings.

O movimento, chamado de "Breque Nacional dos APPs", reivindica um aumento na taxa mínima de entrega, passando dos atuais R$ 6,50 para R$ 10.

"Há três anos que nós estamos pedindo isso e nada, nenhum avanço. E principalmente esses entregadores, que na pandemia foram vistos como heróis, e nada disso mudou", disse Rodrigo Lopes, presidente do Sindicato dos Trabalhadores, Empregados e Autônomos de Moto e Bicicleta por Aplicativo de Pernambuco.

ATUALMENTE, VALOR PAGO POR QUILÔMETRO RODADO É R$ 1,50

Além do reajuste na taxa básica, a categoria também pede o aumento no valor pago por quilômetro rodado, de R$ 1,50 para R$ 2,50, e a limitação das rotas para bicicletas a um raio de três quilômetros, evitando o desgaste excessivo.

"Se eu pegar um pedido de três quilômetros, eu vou voltar de três, ou seja, são seis KM", relatou o entregador José Fábio Pereira. Ou seja, R$ 4,5 para pedalar 6 quilômetros.

TEMPO DE ESPERA CONSIDERADO ABSURDO

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Além do reajuste na taxa básica, a categoria também pede o aumento no valor pago por quilômetro rodado, de R$ 1,50 para R$ 2,50 |  Foto: Reprodução da TV Tribuna/Band

Outra reclamação é o tempo de espera pelos clientes. A recomendação das plataformas é que os entregadores aguardem até 15 minutos antes de cancelar o pedido, mas, segundo os trabalhadores, esse tempo pode representar um risco.

"Às vezes, a gente tem que esperar em um local perigoso e é arriscado perder a moto. A gente fica numa rua esquisita, numa comunidade arriscada e pode levar um tiro ou levar uma multa", afirmou Rodrigo Alves, que também trabalha como entregador por aplicativo.

A mobilização causou reflexos no trânsito do Recife. Durante os protestos desta segunda-feira (31),houve bloqueios na Avenida Agamenon Magalhães, na área central, e na Praça do Entroncamento, na Zona Norte.

No final da tarde, os entregadores se concentraram no Shopping Recife, onde impediram a retirada de pedidos de quem não aderiu à paralisação. O congestionamento chegou até o viaduto do Pina.

“Eu apoio essa luta dos entregadores. O trabalho deles está muito precarizado, é quase desumano. Aliás, quase todos os trabalhos estão precarizados, começando desde a Reforma Trabalhista desde 2017”, disse a enfermeira Silvana Pedrosa, 55 anos, que presenciou os protestos..

O QUE DIZEM AS EMPRESAS

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|  Foto: Reprodução da TV Tribuna/Band

Em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia, que representa as empresas, afirmou que respeita o direito de manifestação dos entregadores e que mantém canais de diálogo com os profissionais. Mas não prometeu nada.

O movimento segue até esta terça-feira, com novos bloqueios programados a partir das 10h. "Amanhã continua da mesma forma que fizemos hoje, paralisação em todos os lugares do Recife", confirmou Jeison Cavalcanti, representante da categoria.

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