Aventura e nostalgia com a estreia de "Super Mario" para toda a família!
“Super Mario Galaxy: O Filme” estreia hoje trazendo o encanador mais famoso dos games e personagens favoritos do público
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Tem novidade nos cinemas para as famílias que querem curtir o feriadão assistindo a uma produção que carrega uma dose de aventura e muita nostalgia.
“Super Mario Galaxy: O Filme” estreia hoje trazendo não só o encanador mais famoso dos games como também os personagens favoritos do público que fazem parte de seu universo mágico.
Nesta nova animação, o público é convidado a embarcar numa viagem fantástica por planetas com muita ação, comédia e momentos emocionantes.
Depois de salvar o Reino dos Cogumelos em “Super Mario Bros: O Filme”, que levou 6,6 milhões de brasileiros às salas de cinema em 2023, o protagonista e seus amigos se encontram para uma missão intergaláctica com o objetivo de deter um novo vilão.
A história gira em torno do sequestro da Princesa Rosalina, figura central no equilíbrio do universo. A sequência ainda marca a estreia triunfante de Yoshi em sua jornada cinematográfica.
Todos os personagens favoritos do público estão de volta nesta nova aventura, incluindo Luigi, a Princesa Peach, Toad e o temível Bowser.
Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, dupla que também comandou o filme anterior, a produção retorna também com outros membros da equipe criativa para trazer uma narrativa ainda mais emocionante.
O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.
A animação é produzida por Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, firmando mais uma vez a colaboração de sucesso entre os dois estúdios.
No elenco de vozes, retornam Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek.
Outras estreias
“A Última Ceia”
O cineasta Mauro Borrelli (“Piratas do Caribe: O Baú da Morte”, 2006) recria, com fidelidade e sensibilidade, os momentos que precederam a traição de Judas e que marcaram para sempre a história do Cristianismo.
“Me Ame com Ternura”
Clémence decide revelar ao ex-marido que está vivendo novos amores, agora com mulheres. Em resposta, ele a pune de forma cruel, tomando a guarda do filho e passando a impedir qualquer contato entre os dois.
“Orwell – 2 + 2 = 5”
Incluído por Barack Obama na sua tradicional lista de favoritos do ano, o documentário de Raoul Peck (“Eu Não Sou Seu Negro”, 2016) investiga a vida, a obra e a influência duradoura do renomado escritor George Orwell.
“Ben-Hur”
Clássico de 1959 dirigido por William Wyler volta aos cinemas em versão remasterizada 4K. O longa-metragem narra a história do personagem-título, um príncipe judeu traído por seu amigo romano Messala.
“Ruas da Glória”
O filme, dirigido e roteirizado por Felipe Sholl, conquistou dois prêmios no Festival do Rio. A história apresenta Gabriel, que se muda para o Rio e fica obcecado por Adriano, um garoto de programa.
“Cheiro de Diesel”
Documentário que retrata os traumas coletivos da militarização das favelas do Rio durante grandes eventos. A direção é de Natasha Neri, documentarista premiada por “Auto de Resistência”, e da jornalista Gizele Martins.
Crítica
Jornada divertida de bilhões
Ryan Gosling e seu “Devoradores de Estrelas” que se preparem. Depois de a comédia despontar como a melhor estreia americana deste ano, outra aventura intergalática já está pousando nos cinemas mundiais para roubar essa coroa.
As previsões são de que “Super Mario Galaxy: O Filme” passe dos US$ 350 milhões pelo mundo com sua chegada às telonas e que, ao longo das semanas, se torne mais uma animação de lucro recorde.
Afinal, seu antecessor, “Super Mario Bros. O Filme”, há três anos, passou de US$ 1,3 bilhão no mundo com o sucesso do casamento entre Japão – representado pela Nintendo, dona da franquia de games aclamada – e Estados Unidos – a Universal e o estúdio Illumination, criadores dos hits “Meu Malvado Favorito” e “Minions”.
O segundo fruto desta união é um repeteco de tudo que havia de bom no irmão mais velho: uma jornada frenética, agradável, engraçada, sem decisões polêmicas, com o melhor apuro visual e cores do cinema de animação comercial recente, além de muitos presentinhos para os fãs.
Aliás, essas referências a toda sorte de personagens, cenários, videogames e temas musicais são o esqueleto de “Super Mario Galaxy”, assim como no filme de 2023. Parecem até mais ostensivas nessa continuação, que cita outras criações de Shigeru Miyamoto, o pai do encanador bigodudo, mas de fora de seu universo – como o raposo Fox McCloud, do jogo de nave “Star Fox”, ou as criaturinhas-planta de “Pikmin”.
A graça, porém, está mais em como o roteiro e a direção sabem articular todos estes elementos estranhos e surreais – tratados com naturalidade em videogames antigos – no calor da ação cinematográfica.
É como se o espectador estivesse investido numa jogatina, saltando de fase em fase, por uma hora e meia, mas com o tratamento básico dos manuais hollywoodianos. “Super Mario Galaxy”, afinal, se sustenta num fiapo de enredo. Talvez a grande melhoria em relação ao antecessor seja na música.
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