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Colunista

Leitores do Jornal A Tribuna

Espaço e poder de decisão das líderes femininas

Confira a coluna desta quinta-feira (03)

Marcia Gabriella Mule | 03/04/2025, 10:33 h | Atualizado em 03/04/2025, 10:33

Imagem ilustrativa da imagem Espaço e poder de decisão das líderes femininas
Marcia Gabriella Mule é dentista e empresária

Há muito tempo ouvimos falar sobre a necessidade de dar mais espaço às mulheres no mercado de trabalho, na política, nos negócios. Mas sejamos francas: não é apenas sobre ocupar espaço. É sobre ter voz, influência e poder de decisão. E, mais do que isso, é sobre sermos reconhecidas por nossas competências, não apenas por nossa presença.

Vivemos um momento de transformação. Nunca antes tivemos tantas mulheres à frente de empresas, ocupando cargos de liderança e provando, dia após dia, que nossa capacidade de gestão, inovação e estratégia é incontestável.

A questão não é mais provarmos que somos capazes – já fizemos isso incontáveis vezes. O desafio agora é consolidarmos nossa presença sem precisarmos justificar o tempo todo por que estamos ali. Precisamos, sim, discutir as dificuldades que enfrentamos, mas também devemos olhar para tudo o que conquistamos e para o impacto real que estamos causando nos negócios e na sociedade.

Não é coincidência que empresas com mais mulheres na liderança tenham melhores resultados financeiros, maior inovação e um ambiente mais saudável para os colaboradores.

Dados da consultoria McKinsey mostram que empresas com diversidade de gênero na alta gestão são 25% mais lucrativas. Isso porque lideramos com empatia, com visão estratégica e com uma capacidade única de conciliar diferentes perspectivas para tomar decisões mais assertivas.

Além disso, o modelo de gestão tradicional, baseado no comando e controle, está sendo substituído por uma liderança mais colaborativa – e nós, mulheres, sabemos bem como transformar esse ambiente em um espaço mais produtivo, inovador e humanizado.

Mas o que queremos para o futuro da liderança feminina? Queremos mais mulheres à frente de empresas, mais vozes femininas em conselhos administrativos, mais empreendedoras transformando mercados. E para que isso aconteça, precisamos agir. Criar redes de apoio entre mulheres líderes é essencial. Precisamos nos recomendar para cargos estratégicos, compartilhar oportunidades e valorizar o trabalho umas das outras.

Muitas de nós não tiveram referências femininas quando começaram suas carreiras. Agora, podemos ser essas referências para as próximas gerações. Vamos ensinar, guiar e encorajar outras mulheres a acreditarem no próprio potencial.

Em março, no Mês da Mulher, celebramos nossas conquistas, mas também reforçamos que ainda há muito a ser feito. A liderança feminina não é uma tendência, não é um movimento passageiro. Ela é o presente e o futuro das empresas, da economia e da sociedade. E se alguém ainda tem dúvidas sobre isso, basta olhar para os números, os resultados e, principalmente, para as mulheres que todos os dias fazem a diferença no mundo dos negócios.

Que sigamos liderando, inovando e ocupando não apenas espaços, mas posições de poder. Afinal, quando uma mulher sobe, todas subimos juntas.

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