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PLENÁRIO

Vidigal diz que pode bancar hospital

| 01/07/2021, 08:39 h | Atualizado em 01/07/2021, 08:58
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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O prefeito da Serra, Sergio Vidigal, disse que já fez um estudo e que o município pode bancar a manutenção do Hospital Materno Infantil da Serra. Segundo ele, o custo mensal seria de R$ 5 milhões com o funcionamento de 120, 130 leitos.

“Hoje eu gasto R$ 2,5 milhões para manter a Maternidade de Carapina, que com o Materno Infantil será desativada. Gasto R$ 160 milhões para retirar lixo e entulho das ruas. Tenho um orçamento de R$ 1,4 bilhão, então posso manter o Hospital para dar dignidade para os serranos nascerem na Serra”.

Ele disse que já conversou com o governador, que teria concordado. “Se o hospital ficar com o Estado vai ser uma maternidade de risco alto e não um hospital infantil. Com a prefeitura será maternidade e hospital pediátrico para atender quem entrar por nossa rede básica. Todos os municípios com mais de 500 mil habitantes têm seu próprio hospital”. Ele disse que a unidade deve voltar para o município após novembro.

Cirurgias eletivas
O prefeito da Serra também disse que o Hospital Materno Infantil, com o município, poderá ser usado para realizar cirurgias eletivas rápidas, como operação de hérnia e varizes, por exemplo. “Tendo vaga, vamos fazer eletivas. A proposta é atender a todos os pacientes da rede básica, podemos ter cirurgias pediátricas, ortopédicas e outras”, disse Vidigal.

“Ser polido é elogio”
O presidente da Câmara de Vitória, Davi Esmael, tirou por menos ter sido chamado de “muito polido” e “omisso” por um colega de Parlamento no episódio da confusão na Casa que foi parar na delegacia (segunda-feira). “Ser chamado de polido é um elogio. E quanto à omissão, eu agi! Mas houve uma frustração de expectativa, quanto ao que ele esperava”.


          Imagem ilustrativa da imagem Vidigal diz que pode bancar hospital
|  Foto: AT
Pedra no sapato
O deputado Sergio Majeski (ainda no PSB, mesmo partido de Casagrande) entrou com mais uma frente contra o governo: ingressou com ações no Ministério Público Estadual e no Federal para obrigar a Secretaria da Educação a voltar a oferecer ensino médio regular noturno das escolas da rede.

Igreja decidiu
A Igreja do Evangelho Quadrangular deliberou, na última sexta, quem serão os candidatos apoiados pela igreja. Para disputar a Câmara Federal será o secretário de Governo de Cariacica, Messias Donato. Na disputa à Assembleia, será o ex-vereador Rogerinho Pinheiro. Decisão pode deixar o prefeito Euclério Sampaio, ligado à igreja, numa saia-justa, porque a Quadrangular deve cobrar seu apoio, assim como os aliados políticos também.

Pedido de urgência e o bate-cabeça na base
O vereador de Vitória Armando Fontoura pediu urgência a um projeto da Prefeitura que reduz para 38 dias o prazo para emissão de alvarás. Durante a votação do requerimento, o líder do prefeito, Leandro Piquet, não estava em plenário, o que foi notado pelo vereador Denninho Silva, que questionou. Piquet saiu da sessão e foi até o prefeito Pazolini, já que foi surpreendido com o requerimento de Armandinho. O prefeito teria lhe dito que não pediu urgência.

Por conta própria
“Pedi urgência porque eu sou presidente da Comissão de Obras e Serviços”, disse o vereador Armando ao ser questionado sobre o motivo. Projeto será votado na segunda-feira.

Manifestação e rua
Aposentados voltaram a protestar, ontem em Vitória, contra o desconto de 14% da reforma da Previdência.

Manifestação e apoio
Um grupo de cerca de 20 pessoas, ligados ao Movimento Conservador, foi à Câmara de Vitória ontem em apoio ao vereador Gilvan da Federal, que foi aplaudido ao discursar.

Manifestação e exemplo
Na fala da vereadora Karla Coser, o grupo vaiou. Mas, a vereadora não pediu para que eles fossem retirados da galeria. Disse que saber lidar com as críticas faz parte da democracia.

Filosofia do parlamento
“Quando eu acho que já vi de tudo, eu não vi nada”. Do vereador de Vitória e “filósofo” Denninho Silva.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.