Hoje, comércio não reabriria
Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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O governador chegou, ontem, à reunião com os empresários disposto a recuar da decisão de reabrir o comércio na próxima segunda-feira. Com dados nas mãos que mostravam a piora da pandemia na Grande Vitória, Casagrande chamou os empresários para a tomada de decisão: “Como nós vamos fazer?”
A equipe de governo e os empresários seguem um cálculo matemático que leva em conta três indicadores: índice de isolamento social, de ocupação hospitalar e número de casos.
Para que o comércio seja totalmente reaberto, o ideal é ter a combinação: isolamento mínimo de 55%, ocupação hospitalar abaixo dos 80% e que o número de casos se estabilize. Não havia isso ontem e foi transmitido na reunião que começou a ficar tensa com a pressão dos representantes do comércio – o tom da fala foi de desespero com a continuidade do fechamento.
Como o decreto vence no domingo, os empresários convenceram o governador de acompanhar os dados até sábado, na esperança que os números recuem a um patamar seguro.
Plano Dia das Mães
Representantes do comércio estudam planos alternativos, caso não seja possível a reabertura total das lojas. Uma das possibilidades é abrir alternadamente por setores, alguns segmentos nas segundas e quartas, outros nas terças e quintas, e também dividir por turnos: manhã, tarde e noite. Tudo para salvar a 2ª melhor data de venda para o comércio.
Manobra esvazia sessão
Percebendo que seriam derrotados na votação de um projeto da Prefeitura da Serra, vereadores da base aliada esvaziaram a sessão, na quarta-feira, para não ter quórum para votar. O projeto permite que, nos primeiros quatro anos, pessoas de fora da Guarda Municipal ocupem cargos comissionados de chefia. Oposição quer que os agentes ocupem as vagas.
Regrinhas de etiqueta
Depois de ter sessões online com cachorro latindo, criança gritando, deputado xingando e um até indo ao banheiro com direito à transmissão ao vivo, a Assembleia criou um manual de boas práticas para os parlamentares durante as sessões. Estar bem vestido e penteado é um dos itens citados.
Volta à ativa?
A Assembleia aprovou projeto do governo do Estado alterando a Lei Complementar 850, que possibilita o retorno ao trabalho de policiais civis aposentados.
Devido à baixa adesão de delegados e médicos legistas por conta do salário que estipula a lei (R$ 2.500), o governo vai estabelecer novos valores por decreto. Segundo a Secretaria da Segurança, o salário para delegado aposentado que voltar à ativa é de R$ 6 mil e de médicos legistas, R$ 4.500.
Calamidade pública no bacião
A Assembleia votou ontem, numa tacada só, decretos legislativos atestando o estado de calamidade pública em 17 municípios por conta da pandemia de coronavírus. Entre outras coisas, a nova situação permite compras sem licitação e o não cumprimento da meta fiscal. Os municípios pediram que o estado de calamidade fosse até 31 de dezembro, mas os deputados reduziram para 31 de julho. Foi criada uma Frente Parlamentar para fiscalizar os gastos.
Galeria
Não era amor, era...
O deputado Enivaldo dos Anjos fez piada com Marcelo Santos e Theodorico Ferraço que concordaram na votação de um projeto. “Quero elogiar esse amor novo entre vocês dois”. No que Ferraço rebateu: “Esse amor não existe”. Ficou um climão!
Problema resolvido!
O deputado Hudson Leal arranjou uma solução para a disputa acirrada entre dois deputados pra ser líder do governo na Assembleia: juntou os dois. “Seguindo os dois líderes informais, o Marcelo Pagung e o Dary Santos, eu voto 'sim'”, disse Hudson.
Feliz dia do trabalho!
Ao final do expediente, ontem, os estagiários do Ministério Público Estadual receberam uma carta ontem cancelando, a partir de hoje, o contrato de bolsa-estágio. O valor da bolsa era de R$ 800 e alguns recebiam mais R$ 100 de vale-transporte.
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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
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PÁGINA DO AUTORPlenário
Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.