Carros oficiais: apenas três deputados identificam os veículos
Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
Siga o Tribuna Online no Google
Embora exista uma determinação do Tribunal de Contas, de julho de 2018, obrigando a Assembleia a identificar os veículos oficiais, poucos contam com identificação. Dos 11 carros entregues por deputados no recesso, apenas 3 – dos deputados Sergio Majeski, Lorenzo Pazolini e Xambinho – têm adesivo de identificação. Quatro deputados – Hércules Silveira, Carlos Von, Fabrício Gandini e Emílio Mameri não usam o carro.
O carro usado pelo deputado Capitão Assumção, envolvido num acidente com morte, não contava com o adesivo.
O processo TC-5014/2018 determinou a identificação dos veículos, salientando que sua ausência configurava “ofensa aos princípios da transparência e da publicidade”. A decisão respondeu às provocações de Majeski e do hoje secretário de Estado da Transparência, Edmar Camata. Após a decisão, os veículos foram adesivados e o processo foi arquivado. Não há nova denúncia sobre a ausência de identificação dos veículos.
O setor de Transporte da Assembleia, por meio da assessoria de imprensa, informou que adesivos novos para os carros oficiais já foram solicitados e que os veículos devem contar com a identificação até o fim do recesso. Informou também que os adesivos sofrem com desgastes naturais e que essa será a terceira “adesivagem” desde julho de 2018.
SUGERIMOS PARA VOCÊ:
Plenário, por Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
ACESSAR
Plenário,por Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
PÁGINA DO AUTORPlenário
Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.