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PLENÁRIO

Associação cobra Câmara de Vitória por “violência de gênero” contra vereadora

| 15/04/2021, 18:06 h | Atualizado em 15/04/2021, 18:17
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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A Associação das Câmaras Municipais e de Vereadores do Espírito Santo (Ascamves) cobrou um posicionamento da Câmara de Vitória após o vereador Gilvan da Federal (Patriota) interromper, aos gritos, a fala da vereadora Camila Valadão (Psol) durante a sessão ordinária da última quarta-feira (14).

Os vereadores debatiam sobre o projeto da Prefeitura que muda a lei orgânica referente à previdência dos servidores quando Camila começou a discursar. Gilvan, no microfone, a interrompeu dizendo que ela não teria moral para falar por ser do Psol. A vereadora Karla Coser (PT) chegou a interferir, pedindo respeito e ouviu a mesma coisa: que não terial moral para falar e nem citar o nome dele por ser do PT.

Numa nota de repúdio, a Ascamves chamou a atitude do vereador de “arrogante e sexista”. “As vereadoras que integram a Câmara Municipal de Vitória, assim como o dito vereador Gilvan, foram legitimamente eleitas, de forma democrática, para exercerem seus mandatos com honra, dignidade e, principalmente, respeito, independente da sigla partidária pela qual foram eleitas. A Ascamves repudia o tratamento estúpido e com violência política e de gênero do vereador Gilvan da Federal para com suas colegas vereadoras”.

A Ascamves também cobrou uma postura da Mesa Diretora da Câmara, “para evitar que situações desrespeitosas como as que ocorrem com frequência neste parlamento, sempre envolvendo o mesmo vereador, não voltem a se repetir” e lembrou da sessão especial em alusão ao Dia da Mulher, quando Gilvan criticou a roupa de Camila – ela usava uma blusa vermelha que deixava um dos ombros de fora – afirmando que “quem quer respeito, se dá ao respeito”.

Na noite de quarta-feira, a diretoria feminina da Ascamves já tinha emitido nota de repúdio sobre o caso, que foi noticiado na coluna desta quinta-feira.

“Não serei silenciada”

Logo após a sessão, a vereadora Camila emitiu uma nota à imprensa sobre o caso. “Mais uma vez o vereador tenta de forma violenta me interromper e me silenciar. Sou uma mulher eleita e não serei silenciada”. Além da interrupção, é comum o vereador Gilvan associar os partidos de esquerda, principalmente o PT e o Psol, com crimes. Da tribuna da Câmara ele já afirmou que as legendas defendem pedofilia e drogas.

A assessoria de imprensa do vereador Gilvan foi procurada na noite de quarta (14) para falar sobre o assunto, mas até o momento não se manifestou.

Quebra de decoro

Procurada, a Câmara de Vitória informou que a nota de repúdio da Ascamves será lida em plenário na próxima sessão da Casa – que será no dia 27, já que os vereadores anteciparam três sessões na última quarta-feira. “Na ocasião em que será reiterado que o regimento interno impede que vereadores interrompam a fala de outro vereador que esteja fazendo uso da fala. Insistência nessas atitudes podem serem entendidas como quebra de decoro”.

A Câmara não se pronunciou, porém, sobre a acusação da Ascamves de violência política de gênero, que supostamente o vereador teria cometido e nem se ele receberá qualquer tipo de sanção pelo ato.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.