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PLENÁRIO

A “digital Pazolini” na gestão

| 19/12/2020, 08:21 h | Atualizado em 19/12/2020, 08:25
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Como fez durante toda a campanha eleitoral, o prefeito eleito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), tem tentado fugir de rótulos, de debates ideológicos e do carimbo de outras lideranças políticas sobre sua gestão.

Na sexta-feira (18), ao apresentar mais três nomes que irão compor sua equipe – a pedagoga Juliana Roshner, na Educação; o economista Regis Mattos, Planejamento, e o engenheiro Gustavo Perin, em Obras –, Pazolini negou que tenha recebido indicação de nomes do ex-governador Hartung, embora Regis tenha atuado na mesma pasta no governo passado. E brincou: “Gustavo é do governo Casagrande”, já que ele atua no DER.

Ao bater o martelo no nome de Juliana na Educação – pasta de maior interesse para uma parte do seu eleitorado, os conservadores –, Pazolini demonstrou que também não vai entrar no jogo ideológico. Juliana fez campanha para Célia Tavares (PT) em Cariacica. “Buscamos pessoas qualificadas sem nenhum preconceito. Quem tiver capacidade pode somar”, disse Pazolini.

“Meu trabalho é técnico”

A pedagoga Juliana Roshner confirmou que fez campanha para Célia Tavares, que foi sua secretária de Educação quando atuava em Cariacica, e que Pazolini sabia. “Eu recebi com muita surpresa, mas também com muita honra o convite de fazer parte da equipe. As pessoas me conhecem pela Educação, sabem que meu trabalho é técnico”.

Atrás do prejuízo

Duas associações já entraram em contato com o vereador de Vitória Roberto Martins em busca de documentação necessária para recorrerem contra o arquivamento do projeto, aprovado em maio, que reduzia o número de assessores e a verba de gabinete. “As associações têm legitimidade para impetrar um mandado de segurança”, afirmou Martins.

Supersecretário. Por ora!

O economista Regis Mattos vai assumir a supersecretaria de Gestão, Planejamento e Comunicação, mas a pasta vai ser desmembrada. O prefeito eleito Lorenzo Pazolini confirmou que Comunicação vai sair do pacote e deve ser “juntada” a outra secretaria. O mais provável é que seja a de Governo.

Orçamento de Vila Velha em votação na 2ª

O Orçamento de Vila Velha para 2021 deve ser colocado em votação na próxima segunda-feira. O presidente da Comissão de Finanças e relator da peça de R$ 1,296 bilhão, Heliosandro Mattos, disse que vai aguardar as sugestões da equipe de transição do prefeito eleito, Arnaldinho Borgo. “Já que ele quem vai gerir o Orçamento, vou aguardar, mas a previsão é votar na segunda”.

Maioria é contra vacina obrigatória

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisa, pelo telefone, com 2.206 entrevistados, mostrou que para 52% a vacina contra a Covid não deve ser obrigatória. Para 46%, deve ser obrigatória e 2% não sabem ou não opinaram. Questionados se tomariam a vacina Coronavac, produzida em parceria entre o instituto Butantan e a China, 62,4% disseram que sim e 33,5% disseram que não. E para 61,4%, o governo está sendo lento para imunizar a população.


Galeria


“Ele não é procurador!”

Antes do projeto que reduz assessores na Câmara de Vitória ser arquivado, o relator Luiz Paulo Amorim foi questionado pela coluna se aceitaria a redação final apresentada pelo vereador Roberto Martins na sessão. Amorim rejeitou: “Roberto não é da Comissão e nem é procurador”.

Corrida contra o tempo

Nenhuma Câmara pode entrar de recesso sem aprovar o Orçamento.

Prepara o discurso!

A reforma da Previdência dos servidores de Vitória deve ser prioridade na pauta da próxima Câmara, já que não foi aprovada neste ano.

Quem banca?

Pelo 3º dia seguido, a hashtag “Não vou tomar vacina” é uma das mais comentadas do Twitter. Os que mais a publicam são perfis anônimos e com textos iguais, o que aumenta a suspeita de ser ação orquestrada.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.