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PAINEL

Uma mão lava a outra

| 08/06/2021, 08:27 h | Atualizado em 08/06/2021, 08:31
Painel

Folha de São Paulo


Com o propósito de eleger Lula presidente, o planejamento do PT para as eleições nos estados vai priorizar palanques competitivos de aliados a candidaturas próprias para governador.

O partido, em geral criticado por impor hegemonia e dividir votos da esquerda, tende a lançar menos candidatos e buscar mais alianças em 2022.

A estimativa é de que o partido lance nomes em 7 ou 8 estados e apoie nomes do Psol, PCdoB, PSB, Rede e PSD. As discussões, no entanto, estão apenas começando.

Desenho
“A estratégia é, de preferência, repetir nos palanques estaduais a aliança nacional. Como a prioridade é Lula, os estados estão condicionados à tática nacional”, diz o secretário de Comunicação do PT, Jilmar Tatto.

Caminhos
O objetivo é fazer com que favoritos nos estados abracem a candidatura de Lula, mesmo filiados a outros partidos. Quando não for possível, o plano B é lançar um petista. Membros do partido calculam que, dessa forma, o partido terá menos candidatos a governador do que em eleições anteriores. Em 2018, o PT lançou 16 nomes e elegeu 4. Em 2014, foram 17 (5 eleitos).

Consulta
Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT, diz que as discussões no partido sobre estratégia eleitoral para 2022 começarão apenas no segundo semestre. Ela afirma que a sigla está fazendo um levantamento das situações nos estados que servirá de base para o debate interno e com as demais legendas.

Amigo...
Em novo passo de seu projeto presidencial, Ciro Gomes (PDT-CE) buscará afastar os militares de Jair Bolsonaro ao tentar colar nele a pecha de traidor das Forças Armadas.

...da onça
O presidenciável diz que Bolsonaro compromete a imagem da tropa. “Talvez não exista, em toda a história recente da República, um presidente que tenha traído com tanto acinte os valores militares. E o pior: tenta cooptar a tropa através dos salários e não investe na vital renovação de equipamentos”, afirma.

Toque
Em solenidade na qual foi homenageado pelo Ministério Público de Minas Gerais, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que o Brasil precisa de liderança e de estabilidade. “E essa estabilidade se dá nas relações quando se reconhece que cada órgão, cada Poder, cada instituição tem as suas atribuições, as suas competências, deve respeitá-las e deve cumprir o seu papel”.

Na gringa
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) quer aguardar o final dos trabalhos da CPI da Covid para encaminhar ações contra o presidente Jair Bolsonaro a tribunais internacionais, entre eles o de Haia.

Tudo...
Uma comissão de juristas da entidade concluiu que Bolsonaro cometeu crimes contra a humanidade, mas o objetivo é recolher evidências da comissão do Senado para robustecer a acusação.

... pensado
A estratégia da OAB foi levada aos integrantes da CPI, que veem a ação como uma forma de desgastar o governo no exterior.

Cadê?
Os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Gilson Machado (Turismo) não compareceram e nem enviaram representantes à audiência pública realizada na Câmara dos Deputados ontem para debater o impacto da exploração de petróleo em regiões próximas ao arquipélago de Fernando de Noronha.

Não pode
O encontro foi realizado na Comissão de Turismo a pedido do deputado Felipe Carreras (PSB-PE). O parlamentar criticou a ausência dos ministros durante a sessão e disse que se trata de “uma falta de respeito” com a Câmara e com os noronhenses. “Talvez estejam temendo este debate”, disse.

Pautamos
O grupo de advogados Prerrogativas, crítico da Lava a Jato, cita o acórdão do julgamento sobre a suspeição de Sergio Moro nos casos do ex-presidente Lula como prova de como eles venceram a narrativa contra os defensores da operação e influenciaram o julgamento no STF.

Citações
Integrantes do grupo, como os juristas Lênio Streck, Gustavo Badaró e Aury Lopes, são citados nos votos dos ministros da Segunda Turma do STF que consideraram Moro parcial e, portanto, suspeito para conduzir os processos do petista.

Tiroteio
“O governo nunca conseguiu fazer o povo ficar em casa. O tráfico deu o toque de recolher e todo mundo se trancou.”
De Arthur Virgílio Neto (PSDB), ex-prefeito de Manaus, sobre ataques em várias cidades do AM após PM matar líder do tráfico.

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