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PAINEL

Quem te viu, quem te vê

| 08/07/2021, 10:21 h | Atualizado em 08/07/2021, 10:25
Painel

Folha de São Paulo


Citado com frequência em decisões das cortes superiores, o professor de direito penal Gustavo Badaró disse ao Painel que o ex-diretor do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias não poderia ter sido preso por falso testemunho, dado que era investigado.

Badaró vê excessos na CPI da Covid e características de atuação parecidas com aquelas da Lava a Jato que são criticadas por vários senadores, entre eles o presidente Omar Aziz (PSD-AM) e o relator Renan Calheiros (MDB-AL).

Repeteco
“Reclamaram que a Lava a Jato foi utilizada para fins políticos, para perseguir dizendo ser combate à corrupção, e parece que estão fazendo a mesma coisa”, disse.

Lembram
Sobre Aziz e Calheiros, que foram alvos de investigações à época da Lava a Jato, Badaró disse que eles sofreram com os métodos dos investigadores e lembrou do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, um dos símbolos do lavajatismo.

Igual
“Eles, que sentiram uma arbitrariedade na pele, essa maneira pessoal poderia mudar a forma de ver o exercício de punição, mas parece que não. Quando têm o poder fazem o que criticavam anos atrás, eles estão sendo o Janot dos alvos da CPI”, afirmou.

Espelho
Inversamente, Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que em setembro de 2020 se referiu a Deltan Dallagnol como um “herói brasileiro”, pediu que Aziz reconsiderasse a decisão, dado que outros depoentes que supostamente também mentiram não foram presos.

Culatra
Para senadores de oposição e independentes, a medida tomada por Aziz pode se mostrar um tiro pela culatra e dificultar os trabalhos da CPI. Isso porque os depoentes poderão ficar mais reticentes e recorrer com mais facilidade ao expediente de adotar o silêncio para evitar as consequências sofridas por Dias.

Paz
O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), aparentava tranquilidade na audiência que ouviu Paulo Guedes na comissão sobre a reforma administrativa poucos minutos após Dias ter a prisão decretada.

Vergonha
Barros não abordou os problemas que enfrenta com as apurações sobre suspeita no Ministério da Saúde, mas logo após sua fala o deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP) disse ser constrangedor debater a reforma e ouvir o líder do governo que aguarda para depor na CPI da Covid.

Contra
O relator do projeto de lei do voto impresso tenta reverter a ação creditada a ministros do STF para barrar o avanço da proposta na Câmara. O deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), presidente da comissão especial que debate o tema, avisou aos integrantes que a votação de hoje seria transferida para a próxima semana.

...ataque
Integrantes da comissão favoráveis à impressão do voto têm dito que a ação de ministros do STF causou constrangimento na Câmara e extrapolou os limites da separação dos poderes. Como mostrou o Painel, a união de 11 partidos contra a proposta teve atuação de Alexandre de Moraes nos bastidores.

Junto
Os advogados de Rogério Caboclo apresentam como um dos argumentos principais na defesa do presidente afastado da CBF a confusão de funções dos diretores da entidade ao longo do processo.

...e misturado
Segundo eles, esses diretores atuaram como acusadores, testemunhas, legisladores e juízes no caso. A defesa foi protocolada ontem.

Conta
Os advogados apontam que dos 13 diretores que participaram de decisão por extensão do afastamento de Caboclo da CBF, cinco são testemunhas acusatórias no processo que tramita na comissão de ética e um é denunciante.

Cascalho
A gestão Ricardo Nunes (MDB) enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que, caso aprovado, autorizará a Prefeitura de São Paulo a contrair empréstimos de até R$ 8 bilhões, sendo R$ 5,5 bilhões em crédito interno e US$ 500 milhões (a R$ 5) em crédito externo.

Explique
A bancada do Psol critica o que aponta como falta de detalhamento sobre as razões do pedido dos recursos e sobre seu uso. Os vereadores pedem tempo para debater o texto e já se colocam em obstrução contra a votação.

Tiroteio
“Não compactuamos. Cada organização tem autonomia, mas não em um ato com dezenas de organizações e milhares de pessoas.”
De João Paulo Rodrigues, líder do MST, sobre ataques de membros do PCO a outros manifestantes nos atos contra Bolsonaro, do sábado.

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