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PAINEL

Encurralado

| 25/06/2021, 10:36 h | Atualizado em 25/06/2021, 10:45
Painel

Folha de São Paulo


O pedido de demissão de Ricardo Salles ocorreu em momento em que ele se encontrava em uma encruzilhada nas mãos de Alexandre de Moraes. O imbróglio envolvendo o celular (ou celulares) do ex-ministro levantou a suspeita de um novo crime, o de obstrução de Justiça.

A Polícia Federal e Moraes indicaram que querem saber se Salles omitiu ou destruiu provas. Com a saída, o caso deve ir para a primeira instância. Para investigadores, essa foi a intenção do ex-titular do Meio Ambiente.

Ordens
No último dia 16, Moraes deu 24 horas para que o ainda ministro desse a senha do aparelho – o que não ocorreu até agora. Ele também ordenou a operadores de telefonia que informassem a existência de outras linhas em nome de Salles. Como mostrou o Painel, sua defesa entregou o celular à Polícia Federal sem a senha.

Escondido
Na representação que fez ao ministro do STF para pedir novas diligências que possibilitassem o desbloqueio do celular, a polícia também disse que perguntou formalmente ao advogado se os dados do aparelho tinham sido preservados ou apagados, mas não obteve resposta.

Consequências
Uma suspeita ou indicativo de obstrução de Justiça, em geral, pode levar a novas medidas, como mandados de busca e apreensão e, no limite, até prisão preventiva. Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República para se manifestar sobre a situação do inquérito, se deve ficar no STF ou ser encaminhado à Justiça Federal.

Data
Líderes de partidos, de movimentos sociais e deputados decidiram que vão apresentar na próxima quarta o chamado superpedido de impeachment contra Jair Bolsonaro.

Megazord
A peça reúne mais de 100 pedidos feitos por siglas e grupos de oposição e também por parlamentares que se arrependeram de ter apoiado o Presidente, como Joice Hasselmann (PSL-SP) e Alexandre Frota (PSDB-SP).

Esquenta
A entrega do material será acompanhada de manifestação na Câmara dos Deputados, que é vista como preparação para os próximos atos nacionais contra Bolsonaro, marcados para 24 de julho.

Melhoras
O senador José Serra (PSDB-SP), de 79 anos, está com Covid-19. Em nota, sua assessoria afirmou que ele “não apresenta nenhum sintoma, o que, segundo avaliação médica, deve-se à sua imunização por duas doses da vacina”.

Voar
O governador João Doria (PSDB-SP) começará em julho a viajar aos finais de semana em busca de apoio tendo em vista as prévias do partido para escolha de seu candidato presidencial, marcadas para novembro.

Subir
Seus primeiros destinos deverão ser Goiás e Mato Grosso do Sul, estados com significativa militância tucana. A ideia é percorrer todas as regiões nos próximos meses. “Ele vai com tarefas importantes: aproximar-se ainda mais dos estados e ouvir bastante as contribuições”, diz Marco Vinholi, presidente do diretório paulista do PSDB.

Decido
A juíza Luiza Verotti, da 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, deferiu pedido de liminar da gestão Doria para determinar reintegração de posse da sede do sindicato dos metroviários de São Paulo, localizado na zona leste da capital.

Tensão
Na decisão, a magistrada autoriza arrombamento do prédio e uso de força policial. Os metroviários dizem que vão resistir e que se trata de ataque político do governo de São Paulo. O Metrô vendeu o terreno onde está a sede do sindicato por R$ 14,4 milhões em maio.

Funcionou
A Frente Nacional dos Prefeitos afirma que o envio de 3 milhões de vacinas Janssen ao Brasil é resultado de um pedido dos prefeitos e do Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras) feito em uma reunião no dia 26 de março.

Tks
A FNP enviou à Embaixada dos Estados Unidos no Brasil um ofício para agradecer o envio dos imunizantes.

Volta
O deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) apresentou projeto para sustar o decreto editado por Bolsonaro que libera militares da ativa em cargos no governo por tempo indeterminado. O Presidente publicou o decreto ao mesmo tempo em que a Câmara discute PEC que visa barrar a presença de militares da ativa na administração pública.

Tiroteio
“A nomeação de Joaquim Pereira Leite no Meio Ambiente é como colocar o líder do PCC no Ministério da Justiça”
De José Luiz Penna, presidente do Partido Verde, sobre o substituto de Ricardo Salles nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro.

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