Vista privilegiada do Cais das Artes encanta o público em primeira noite
Vista da baía, iluminação especial e diversidade de público marcaram o primeiro evento da temporada de abertura do Cais das Artes
Quem esteve presente no primeiro evento da temporada de abertura do Cais das Artes não se encantou apenas com os shows. A vista privilegiada da baía de Vitória – emoldurada pela arquitetura do museu – foi atração à parte.
Quem chegou cedo, fez questão de apreciar o entardecer, com o Convento da Penha e a Terceira Ponte de fundo.
O Cais das Artes também ganhou uma iluminação especial para o evento de ontem, com projeções que simulavam até mesmo o movimento da maré em tempo real. Outra surpresa para os participantes projetada nas paredes foi a nova identidade visual do Cais das Artes.
O evento “Sons do Cais” reuniu um público variado, de todas as idades. Entre jovens, adultos e idosos, as crianças também marcaram presença, acompanhadas dos pais.
A aposentada Márcia Zanchetta, 62, fez questão de comparecer ao show junto com as filhas, a advogada Carolina Zanchetta, 45, e a professora Mariana Zanchetta, 43. Aos três anos, a pequena Sofia completou as três gerações da família presentes em um momento que consideram histórico.
“Havia uma expectativa grande para finalmente poder ver o Cais funcionando e recebendo eventos. Entendemos que há uma necessidade de equipamentos assim no Estado, para alavancar a cultura capixaba”.
A presença delas tinha um outro motivo especial: conferir a participação de Juana Zanchetta, que se apresentou com a Banda Casaca.
Eles aprovaram
Outros espaços
A professora Silvia Guimarães, 40, e o engenheiro ambiental Filipe Cardoso Marvila, 37, levaram a filha Pilar, de 7 anos, para conhecer o espaço da praça do Cais das Artes e a vista privilegiada.
Segundo a família, a expectativa agora é poder visitar também o espaço do museu, na parte superior. “Estamos gostando, mas queremos ver mais da obra”, disse Silvia.
Histórico
A produtora cultural Diester Fernandes, 38, e o fotógrafo Renato Prates, 31, fizeram questão de levar a filha Julie Carvalho, de 1 ano e 10 meses, para conferir o momento histórico.
“Conheci o trabalho de Paulo Mendes da Rocha e acompanhei as paralisações. Ficamos felizes por poder fazer parte dessa abertura”, disse Diester.
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