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Economia

Celulares vão ter internet de graça via satélite. Entenda

No Brasil ou em outras partes do mundo, vai ser preciso ter um aparelho compatível com o sistema para estar conectado


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Imagem ilustrativa da imagem Celulares vão ter internet de graça via satélite. Entenda
Starlink, serviço de internet via satélite, começou a disponibilizar conexão emergencial gratuita |  Foto: Divulgação/Starlink

A internet via satélite da Starlink para celulares, chamada de Direct to Cell, vai estar disponível para usuários ao redor do mundo, de forma gratuita, a partir de julho.

Hoje a tecnologia está em fase de teste aberto aos usuários, mas apenas para quem mora nos Estados Unidos. Ela deve ser lançada comercialmente no país em julho, passando a ser paga — assinatura de 15 dólares mensais, cerca de R$ 86 na cotação atual —, mas será aberta para o resto do mundo.

Para se conectar, seja no Brasil ou em outras partes do planeta, será preciso ter um aparelho compatível com o sistema — uma lista de poucos celulares, a maioria de linhas mais recentes das fabricantes.

É o caso dos modelos Iphone 14, 15 e 16; do Google Pixel 9; do Samsung Galaxy A14 em diante; e do S21 e posteriores, além dos celulares da Motorola lançados a partir de 2024.

O sinal aos usuários será oferecido por meio de uma parceria entre a empresa do bilionário Elon Musk e a operadora de telefonia alemã T-Mobile.

A conexão, porém, só ocorre em áreas onde não há cobertura das operadoras tradicionais, ou seja, onde as torres de telefonia não enviam sinal. Portanto, não sendo detectável em centros urbanos, por exemplo.

O objetivo, neste momento inicial, é que o serviço seja utilizado somente para situações de emergência. Será possível enviar mensagens de texto ou compartilhar a localização por meio do Google.

Nos Estados Unidos, a tecnologia ainda permite fazer ligações para o número “911”, central de emergência dos Estados Unidos.

No Brasil, porém, ainda não há informação sobre como será o funcionamento do serviço de ligação de emergência, nem mesmo se irá funcionar, já que, para isso, precisa estar interligado com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo o consultor em segurança digital Eduardo Pinheiro, os celulares comuns não conseguem acessar a tecnologia da Starlink por ela utilizar frequências e potências diferentes das redes móveis.

“Alguns celulares mais modernos já possuem funções limitadas de comunicação via satélite, mas a conexão de voz e dados ainda depende de novos satélites”, diz.

Saiba mais

Mais avanços previstos até o fim do ano

Direct to Cell

É um serviço de internet via satélite da empresa Starlink, do bilionário Elon Musk. Ela funciona hoje em parceria com a operadora de telefonia alemã T-Mobile, mas a empresa planeja expandir para operadoras de outros países.

Para se conectar, é necessário que o usuário tenha um aparelho compatível com a tecnologia e que tenha a função de eSIM, um tipo de chip de celular que não é físico, apenas digital.

Tecnologia

a grande diferença é que, no lugar de depender de poucos satélites distantes e grandes — como os sistemas tradicionais —, a empresa usa uma constelação de milhares de satélites de órbita baixa, que orbitam a terra a todo momento.

Como estão a uma distância relativamente pequena — em torno de 550 quilômetros —, isso permite uma latência bem menor, tornando a navegação, chamadas de vídeo e até jogos on-line mais viáveis.

na prática, quando a tecnologia estiver em pleno funcionamento (internet por satélite), o usuário vai poder se deslocar até para as regiões mais remotas e continuará a ter cobertura da telefonia móvel, com sinal por internet.

Próximo passo

A previsão é que, em algum momento deste ano, a empresa libere a realização de chamadas de voz e navegação na internet, ou seja, acessar sites e aplicativos, indo além da mera emergência.

Atualmente é possível apenas enviar mensagem de texto, compartilhar a localização (por meio do Google) e ligar para o “911”, nos Estados Unidos.

Informações sobre o funcionamento em outras partes do mundo são escassas, exceto a certeza de que estará disponível.

Fonte: T-Mobil e pesquisa A Tribuna.

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