X

Olá! Você atingiu o número máximo de leituras de nossas matérias especiais.

Para ganhar 90 dias de acesso gratuito para ler nosso conteúdo premium, basta preencher os campos abaixo.

Já possui conta?

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Cidades

Iema quer monitorar pó preto em tempo real

Instituto testa tecnologia para monitoramento automático da poeira sedimentável


Ouvir

Escute essa reportagem

Imagem ilustrativa da imagem Iema quer monitorar pó preto em tempo real
Tema foi debatido em reunião da Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assembleia Legislativa |  Foto: Lucas S. Costa

Como parte do trabalho de monitoramento da qualidade do ar no ES, o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) deve monitorar de forma automática – de hora em hora – os níveis de poeira sedimentável, o “pó preto”.

O coordenador de Qualidade do Ar do Iema, Vinicius Rocha, explicou que, hoje, o monitoramento é feito por meio de uma rede manual, em que coletores ficam expostos em 18 pontos da Grande Vitória e Sul do ES por 30 dias.

Após serem retirados e analisados, se chega à taxa de deposição de poeira sedimentável em gramas por metro quadrado por 30 dias.

“Essa é a metodologia de referência e isso não vai mudar. No entanto, é um gargalo, pois demora a se obter resultados. Por isso, sempre buscamos novas tecnologias de monitoramento automático”.

Ele explicou que o Iema chegou a testar um equipamento francês, mas os resultados não foram satisfatórios. Hoje testa equipamentos brasileiro e espanhol.

“Esses equipamentos estão em teste em um ponto, mas há uma expectativa de recebermos tecnologia para monitorar oito pontos da Grande Vitória”.

Isso, no entanto, depende de parceria com a iniciativa privada.

Ele destacou que essas tecnologias não servem para fins regulatórios, já que não são metodologias de referência. “Mas podem ser importantes para auxiliar a fiscalização. Vamos saber a concentração de poeira sedimentável na hora”.

O tema foi apresentado na última segunda-feira (31), durante reunião da Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Fabrício Gandini. “Nos informaram que há uma perspectiva boa de aplicar a nova tecnologia de monitoramento em tempo real no dia a dia da cidade. Será um avanço”.

O ambientalista Eraylton Moreschi, da Associação Juntos SOS ES Ambiental, destacou a necessidade de um “DNA” do pó preto na Grande Vitória, como parte do monitoramento. “Sem o DNA, não tem como fazer a gestão da poeira sedimentável”.

MATÉRIAS RELACIONADAS:

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Leia os termos de uso

SUGERIMOS PARA VOCÊ: