Setor 1 da Marquês de Sapucaí: a história, em imagens, da área em que o público ‘respira’ samba
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Eram 19 horas e a arquibancada do Setor 1 do sambódromo da Marquês de Sapucaí começava a ganhar forma. Famílias, casais e amigos reunidos carregavam suas sacolas de comes e bebes para encarar de peito aberto mais uma noite de desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro.
“Alô, Setor 1!” Fala bem alto o intérprete anunciando a entrada da escola.
Uma cena em especial chama a atenção. Logo no início do desfile, uma menina agarrada na grade chama pela porta-bandeira da Vila Isabel. Quando as mãos se encontram, a foto eterniza aquele momento mágico que só o Setor 1 pode proporcionar.

O senso de pertencimento ali é diferente do restante da avenida, onde o samba se mistura com os shows dos camarotes.
Vários momentos são inesquecíveis. O sorriso e a emoção, sempre saltando aos olhos, eternizados juntamente com aqueles que são especiais, pelo samba e em nome da sua comunidade.

Este foi o primeiro ano em que as 12 escolas da primeira divisão do carnaval do Rio foram divididas em três grupos - em vez de duas noites de exibições com seis escolas cada, foram realizadas três noites com quatro agremiações. No fim dos desfiles, uma atração adicional: roda de samba na Praça da Apoteose.

Outra mudança deste ano foi a posição das cabines dos julgadores com uma redistribuição dos postos. Por isso, o tempo máximo de desfile aumentou de 70 para 80 minutos.
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